Comendo minha professora
Vou direto ao fato que ocorreu comigo quando eu ainda cursava o 2º ano do ensino médio no ano de 2006 quando ainda tinha meus 16 anos.
Eu nunca fui um daqueles alunos indisciplinados mas também não era nenhum aluno exemplar. Apesar de me preocupar com os estudos, eu costumava sentar no fundão, junto com os alunos mais bagunceiros.
A metade do ano havia se passado e as férias de julho se aproximavam, então nossa professora de português achou melhor fazer uma última avaliação antes que chegassem as férias. Ela passou um trabalho pra sala, mas não usaríamos o nosso livro de português, e sim um livro específico que ela havia selecionado. Tais livros se encontravam na biblioteca da escola, então ela pediu a ajuda à um amigo meu e à mim para buscarmos os livros na biblioteca.
Neste dia a aula da Sheyla (a professora de português) seria a última, e assim que terminássemos a avaliação poderíamos ir pra casa.
Passada algumas horas, meu amigo Carlos havia terminado a avaliação e levado os livros que já não mais estavam sendo usados. A sala já estava quase sem ninguém, só havia uma garota e eu, como a avaliação teria direito à consulta do livro, a professora Sheyla não se preocupou em ir à sala dos professores. Assim que terminei minha avaliação a garota já havia terminado a dela e deixou o livro comigo para que eu levasse de volta pra biblioteca. Peguei os livros que faltavam ser levados à biblioteca, e para chegar à biblioteca é preciso passar em frente à sala dos professores e pude ver minha professora de português vindo em minha direção, o que me deixou em uma situação constrangedora, pois não me contive e ao avista-la vindo em minha direção, não resisti e olhei exatamente para sua vagina que estava vestida por uma calça jeans ligada em sua pele. Aquela visão me excitou bastante, e eu fui tão descarado que minha olhada nada discreta fez ela perceber! Eu fiquei sem graça, sem saber para onde olhar.
Ela apanhou uns livros da minha mão e me ajudou levando-os até a biblioteca. Ao deixarmos os livros na biblioteca voltamos à sala de aula para pegar nossas coisas que estavam lá.
Antes de sairmos da sala ela resolveu apagar o quadro, e quando chegou numa certa parte dele ela disse que não alcançava e que precisava da minha ajuda.
A professora Sheyla, além de ser muito bonita e ter aquelas gordurinhas básicas que me excitam, ela era baixinha. Magra com algumas gordurinhas, cabelo liso pouco abaixo dos ombros, sorriso lindo, boca pequena, nariz arrebitado e um belo par de coxas. Essa era a professora Sheyla.
Depois que ela pediu minha ajuda pra apagar o quadro, logo me prontifiquei para atendê-la. Ela me passou o apagador e continuou em sua posição, parada em frente ao quadro. Pedi para que ela me desse espaço para poder apagar onde ela não alcançava. Ela não saiu do lugar e disse que queria ver se eu realmente alcançava a parte que pra ela era difícil. E mesmo com a professora de costas na minha frente, tentei apagar a parte mais alta do quadro. Encostei meu corpo no dela e a encostei contra a parede, ela só fez empinar mais seu traseiro, o que me deixou bastante excitado à ponto dela notar. Assim que terminei de apagar o quadro, ela tomou o apagador de minha mão e saiu da sala. Aquele momento foi o suficiente para tomar meus pensamentos durante todo o dia.
Chegado o dia seguinte, teríamos aula da professora Sheyla logo na primeira aula e antes que ela entrasse na sala de aula, eu pensava em uma investida. Não foi preciso!
Assim que sua aula terminou ela mandou que uma outra professora me chamasse até a sala dos professores. Ao chegar lá, Sheyla apenas me disse que queria me ver depois das aulas, então voltei à sala.
Ao termino de todas as aulas, obedientemente fui até a sala dos professores. Como muitos deles não ficavam até o último horário do turno da tarde, pois ensinavam em outros colégios, a sala dos professores aquela hora estava vazia. O pessoal mais próximos eram os diretores que se encontravam na direção. Quando bati a porta da sala dos professores, a professora Sheyla, com sua voz mansa, pediu para que eu entrasse.
"- Então professora, o que quer?" - perguntei ainda confuso.
"- Se eu te contar o que quero, você não só vai duvidar como vai recusar meu desejo! Então vou agir ao invés de falar." - respondeu ela, pondo a mão em meu pênis sobre a calça.
Eu queria poder pergunta-la o que ela estava fazendo, mas logo o tesão tomou conta de mim e ela percebeu me dando um beijo na boca.
Já não mais resistindo, peguei com força naquela vagina que tanto me atraía. Ainda por cima de sua famosa calça jeans, pressionei sua buceta, arrancando suspiros da professora.
"- Deny, o que vamos fazer aqui precisa ser breve, muito breve!" - disse ela olhando nos meus olhos e cessando o beijo.
"- Não sei professora. É arriscado, pode entrar alguém à qualquer momento." - disse eu, com ar de preocupação.
"- Eu sei, e é por isso que precisamos ser breve, Deny. Por favor, eu preciso fazer isso, tou louca de desejo, e meu marido não faz sexo além do convencional. Eu preciso fuder gostoso agora. Se for fazer isso comigo, faça agora, se não sai daqui imediatamente!" - confessou ela sendo tomada pelo desespero.
"- Professora, não sei se devo. Só espero que nada mude na nossa relação 'professora - aluno'. E mesmo..." - e antes que eu continuasse ela me interrompe mandando eu sair da sala e ir embora.
Eu já estava tão afim quanto ela, e sem pensar em mais nada, voltei à beija-la e dessa vez levantei sua blusa até a altura dos seus seios medianos. Combinamos não tirar a roupa por completo para não tardar minha saída da sala dos professores.
Depois do beijo desci mais meus lábios passando à chupar seus seios deliciosamente. Ela abria as pernas cada vez mais e puxava meu corpo de encontro ao seu.
Sem mais resistir a professora teve que tirar sua calça jeans, do contrário eu não poderia penetrá-la, ela ficou apenas de calcinha. Então tratei de abaixar minha calça até os pés, sem tirar minha camisa. Ela ao ver meu pau, já duro pulando pra fora da calça, se agachou e o colocou na boca, que de tão pequena meu pau não entrava nem a metade. Pedi para ela cuspir nele, então ela fez, molhando todo meu pau com sua saliva.
"- Que pau gostoso, Deny. O último que chupei foi de um ex namorado, antes de casar com meu marido." - confessou ela me olhando de baixo, sorrindo e com a boca toda lambuzada de sua própria saliva.
"- Então a Senhora não faz mais o que gosta por causa do corno do seu marido que não consegue te dá prazer com seu sexo convencional?!" - perguntei exclamando, pegando em seus cabelos e à levantando.
Ela sentou-se na mesa, abriu as pernas e me convidou pra fudê-la. Com meu pau ainda melado com sua saliva fui enfiando bem devagarzinho naquela buceta peluda. Ela me pediu pra meter de uma vez, pois não tínhamos muito tempo, mas não foi preciso que eu metesse de uma vez, sua buceta parecia engolir meu pau que logo se enrijeceu e passou à latejar dentro dela. Ela suspirava bem forte, fazia bico. Passei à bombar mais forte aquela buceta larga, foi quando comecei à sentir sua saliva escorrer agora em minhas bolas.
Ela me empurrou, me afastando dela, ficou de pé, virou-se de costas e disse:
"- Também vou querer gozar. Me fode de costas, meu marido nunca me come de costas."
Aquilo me deixou com mais tesão, então mirei novamente em sua buceta, enfiei e peguei em seus seios.
Não demorou nem 2 minutos e seu gozo escorria pela sua perna, sua lubrificação melava todo meu pau. Algumas gotas de sua lubrificação pigavam no chão direto da penetração.
Num tom muito baixo escutei ela dizer:
"- Ai... Eu gozei!"
Eu estava prestes à fazer o mesmo, e antes que eu tirasse meu pau de sua buceta, ela me fez um pedido.
"- Fode meu cu, Deny. Quero saber como é dá o cu."
"- Mas professora, seu cu é virgem? E se doer, se a senhora gritar..." - fui logo avisando à ela.
Ela sabia que não sentiria muita dor perdendo a virgindade do seu cu comigo, pois eu ainda era muito jovem e meu pênis ainda não era tão grande assim.
Ela colocou uma das pernas na mesa, empinou sua bunda e a abriu, ficando assim exposto o seu cuzinho virgem.
Fui enfiando aos poucos, estava muito apertado, ela rangia os dentes e colocava a mão na minha cintura para impedir que eu enfiasse bruscamente.
Na medida que eu aumentava a sincronia das estocadas, ela ia gemendo um pouco mais prolongado e dizendo coisas que faziam enlouquecer.
"- Isso Deny, fode o cuzinho virgem da sua professora vai... arromba esse cu. Me ensina como é ter prazer, Fode gostoso que eu te aprovo caralho!"
Quando não mais aguentava, anunciei que ia gozar. Ela logo se ajoelhou dizendo:
"- Goza na minha boquinha vai, me mostra o sabor de uma porra, despeja todinha na minha boca."
Ela fechou os olhos e com a língua pra fora esperava a porra ser despejada enquanto eu me masturbava pra realizar seu pedido.
Não demorou nada, o primeiro jato saiu muito forte e melou seu rosto, já no segundo jato consegui despeja a porra na boca dela. Ela brincou um pouco com a porra na boca e à engoliu lambendo os beiços.
Num piscar de olhos nos vestimos e eu saí dali rapidamente, indo direto pra casa. Acho que ninguém percebeu, pois no dia seguinte a professora Sheyla me dava aula normalmente. O que ficou difícil controlar foi a excitação durante a aula, enquanto eu à olhava passar as atividades